O bull's-eye e o coração em 3D andam juntos: clique num segmento em qualquer um dos dois. Veja os territórios coronarianos, os cortes de imagem e, nas doenças em que a fonte descreve a localização, onde aparece o realce tardio, segmento por segmento e camada por camada.
01
Simulador
Imagem estática
Modelo esquemático e didático. A anatomia coronariana varia entre pacientes.
Funciona com o bull's-eye e as imagens; com o coração 3D aberto, a pergunta aparece nele. O placar fica só nesta página e zera ao recarregar.
Escolha um tipo de pergunta.
Acertos: 0 de 0
03
Imagens
Geradas pelo mesmo modelo. Servem quando o 3D não abre e como figura de consulta.
Como o modelo funciona
Segmentos. O ventrículo é dividido em terços iguais ao longo do eixo longo da cavidade (basal, médio e apical). Os terços basal e médio têm 6 segmentos de 60°; o apical, 4. O segmento 17 é a calota apical, o miocárdio além do fim da cavidade (Cerqueira et al., 2002).
Ponto de partida. A inserção anterior da parede do VD marca a borda entre os segmentos ântero-septal e anterior; dali, a divisão segue de 60° em 60° no sentido anti-horário do bull's-eye (Lang et al., 2015). O VD aparece só como referência, em casca translúcida.
Nomes em português. Termos da tradução para o português do documento de quantificação de câmaras da ASE/EACVI (Lang et al., 2015), publicada no site da ASE. O nome de cada segmento junta parede e nível (ex.: ínfero-lateral basal) e segue a grafia dessa tradução; os trechos das diretrizes da SBC mantêm a grafia original (inferolateral).
Territórios. Atribuição de Cerqueira et al. (2002): DA, CD (quando dominante) e CX (em geral). A irrigação varia entre pacientes; a do segmento 17 é a mais variável. A Figura 5 de Lang et al. (2015) mostra alguns segmentos com irrigação variável entre duas artérias; o simulador segue a atribuição única de Cerqueira et al.
Cortes. O plano de 4 câmaras passa pelos segmentos 3/9 e 6/12, como na Figura 4 de Lang et al.; os de 2 e 3 câmaras o cruzam a cerca de 53° e 129°, valores do mesmo documento. Os segmentos rotulados em cada corte são os da fonte. O nome “apical 3 câmaras” é o da Diretriz de Ecocardiografia de Estresse da SBC (2026); Lang et al. chamam esse corte de eixo longo apical.
Orientação. O bull's-eye e os cortes de eixo curto seguem as Figuras 3 e 4 de Cerqueira et al. (anterior em cima, septo à esquerda); os cortes longitudinais seguem os painéis da Figura 4 de Lang et al. (ápice em cima).
Camadas. Subendocárdio, mesocárdio e subepicárdio. No 3D, a superfície mostra uma sombra do realce das camadas internas; o corte mostra a camada.
Realce tardio. Cada padrão vem da tabela do infográfico de realce tardio do CardioAtt, conferida linha a linha contra a diretriz citada. Quando a fonte não diz a camada, a região aparece hachurada; quando a localização é vaga, em manchas esquemáticas, sem escolher segmentos.
Fontes fora do acervo. Cerqueira et al. (2002) e Lang et al. (2015) não fazem parte do acervo de diretrizes catalogadas do CardioAtt. A declaração de Cerqueira et al. é citada pela Diretriz de Síndrome Coronariana Crônica da SBC (2025).
Construção do modelo, sem fonte: forma (elipsoide truncado) e dimensões do ventrículo; terços medidos no comprimento da cavidade; camadas como terços da espessura da parede; cortes de eixo curto no meio de cada terço (a fonte usa marcos anatômicos: ponta dos folhetos mitrais e músculos papilares); nomes compostos de parede e nível; forma do VD; cores, hachuras, manchas e pontos esquemáticos; ângulo do plano de 4 câmaras desenhado pelos centros dos segmentos. A malha é paramétrica, gerada pelo próprio simulador.
Critérios editoriais do simulador para levar a localização descrita na fonte aos segmentos.
Critério
Como a localização da fonte vira segmentos
Pendências
Coronárias sobrepostas ao coração: ainda não incluídas.