Arraste a ponta do vetor, toque em qualquer ponto do círculo ou use o teclado (← → de 5° em 5°; com Shift, de 1° em 1°). A barra e o campo numérico fazem o mesmo.
Complexos esquemáticos: a área líquida (R − S) é proporcional ao cosseno do ângulo entre o vetor e o eixo da derivação. O número ao lado do nome é esse cosseno. Convenção do simulador: a até 2,5° da perpendicular, a derivação é marcada como isodifásica.
A página sorteia um eixo e mostra só os seis traçados. Estime o eixo e confira a correção passo a passo, pelo método da derivação isodifásica (detalhes em “De onde vem cada bloco”).
Placar desta sessão: 0 de 0
Regra do jogo (não é critério da diretriz): conta como acerto o palpite a até 15° do eixo sorteado. Os eixos sorteados são múltiplos de 15°. O placar fica só na memória desta aba.
Para saber mais
A parte do simulador que não depende de diretriz: é geometria.
Cada derivação enxerga a projeção do vetor sobre o seu eixo. A projeção vale o cosseno do ângulo entre o vetor e o polo positivo da derivação: +1 quando os dois apontam para o mesmo lado (complexo todo positivo), 0 quando são perpendiculares (complexo isodifásico, R = S) e −1 quando apontam em sentidos opostos (complexo todo negativo).
Por isso a derivação mais positiva é a mais próxima do vetor, e a isodifásica é a perpendicular a ele.
Só frases transcritas; as em inglês vão traduzidas, com o original logo abaixo.
A presença de atraso que acomete, além do ramo esquerdo (tronco), as divisões deste, podem gerar desvios do SÂQRS para cima/esquerda (BDAS) ou para a baixo/direita (BDPI).SBC 2022, seção 7.1.3.
Os indivíduos longilíneos tendem a ter o coração verticalizado e os eixos resultantes principalmente da onda P e do complexo QRS comumente orientados para a direita […]. Já nos brevilíneos, com corações horizontalizados, esses desvios costumam ser para a esquerda (plano frontal).SBC 2022, seção 1.1.
Nos valores exatos as faixas das fontes se tocam (a AHA chama −30° de normal e também de início do desvio para a esquerda). Por convenção do simulador, −30° e +90° contam como normais; −45° e −90°, como desvio acentuado para a esquerda; +120° e ±180°, como desvio acentuado para a direita. O quadrante de −90° a ±180° não está na tabela da AHA; o nome “desvio extremo” vem do StatPearls.
| Bloco | Fonte | Onde |
|---|---|---|
| Ângulo de cada derivação (DI 0°, DII +60°, DIII +120°, aVR −150°, aVL −30°, aVF +90°) | StatPearls (Shams & Chhabra, 2024); DII 60° também no BMJ (2002) | StatPearls, “Clinical Overview” (aVR dado como +210°, igual a −150°); BMJ, legenda do diagrama hexaxial |
| Eixo normal (−30° a +90°) | SBC 2022; AHA/ACCF/HRS Parte III | SBC 5.1.2; AHA “Mean Frontal Plane Axis” |
| Desvios para a esquerda e para a direita, moderado e acentuado | AHA/ACCF/HRS Parte III (Surawicz, 2009) | Tabela “Mean Frontal Plane Axis” |
| Desvio extremo (−90° a ±180°) | StatPearls | “Electrical Axis Classification” |
| Método do exercício (isodifásica → cerca de 90° → lado pela polaridade). Adaptação: o lado é escolhido pela derivação perpendicular, não pelas vizinhas | BMJ, ABC of Clinical Electrocardiography I (Meek & Morris, 2002) | “Cardiac axis”: “Choose the limb lead closest to being equiphasic…” e “The direction of current flow is towards leads with a positive deflection…” |
| Frases sobre os desvios | SBC 2022; AHA/ACCF/HRS Parte III; StatPearls | SBC 1.1 e 7.1.3; AHA “Mean Frontal Plane Axis”; StatPearls “Electrical Axis Classification” |
| Projeção do vetor (cosseno) e desenho esquemático | Geometria; não depende de fonte | — |