Arco em C e projeções angiográficas

01

Simulador 3D

Prévia do simulador: em cima, a imagem angiográfica da coronária esquerda na projeção caudal direita com os segmentos rotulados; embaixo, a sala com o arco em C

Cálculo sobre um modelo esquemático e didático. Não substitui o treinamento em sala de hemodinâmica.

Ângulos do arco
Injeção e exibição
Projeções padrão
Lesão (simulação)

Os colaterais aparecem ao injetar a coronária contralateral (Rentrop et al., 1985).

Nenhuma lesão.

Encurtamento e sobreposição

Comprimento projetado ÷ comprimento real de cada segmento da coronária injetada, calculado pela geometria do modelo. “Cruza” = outro vaso passa por cima na imagem.

≥ 85%60–85%< 60%(faixas: critério do simulador)
Abra o simulador para calcular.
02

Quiz

Usa o simulador acima (abra-o primeiro). O placar fica só nesta página e zera ao recarregar.

Escolha um tipo de pergunta.

Acertos: 0 de 0

03

Projeções padrão

Imagens geradas pelo mesmo modelo, uma por projeção do mapa usado na prática do serviço de hemodinâmica do Instituto Dante Pazzanese. São ângulos de referência: na sala, ajusta-se à anatomia de cada paciente.

Imagem angiográfica simulada da coronária esquerda na projeção PA (0°/0°) (0° / 0°), com os segmentos rotulados
0 · PA (0°/0°)Neutra · 0° / 0°
Imagem angiográfica simulada da coronária direita na projeção OAE (lateral esq.) (OAE 30°), com os segmentos rotulados
1 · OAE (lateral esq.)Coronária direita · OAE 30°
Imagem angiográfica simulada da coronária direita na projeção PA cranial (CRA 30°), com os segmentos rotulados
2 · PA cranialCoronária direita · CRA 30°
Imagem angiográfica simulada da coronária esquerda na projeção Caudal direita (OAD 20° / CAU 20°), com os segmentos rotulados
3 · Caudal direitaCoronária esquerda · OAD 20° / CAU 20°
Imagem angiográfica simulada da coronária esquerda na projeção Cranial direita (OAD 30° / CRA 30°), com os segmentos rotulados
4 · Cranial direitaCoronária esquerda · OAD 30° / CRA 30°
Imagem angiográfica simulada da coronária esquerda na projeção PA cranial (CRA 45°), com os segmentos rotulados
5 · PA cranialCoronária esquerda · CRA 45°
Imagem angiográfica simulada da coronária esquerda na projeção Cranial esquerda (OAE 35° / CRA 25–30°), com os segmentos rotulados
6 · Cranial esquerdaCoronária esquerda · OAE 35° / CRA 25–30°
Imagem angiográfica simulada da coronária esquerda na projeção Caudal esquerda (spider) (OAE ≥35° / CAU ≥30°), com os segmentos rotulados
7 · Caudal esquerda (spider)Coronária esquerda · OAE ≥35° / CAU ≥30°
Imagem angiográfica simulada da coronária esquerda na projeção Caudal pura (CAU 40°), com os segmentos rotulados
8 · Caudal puraCoronária esquerda · CAU 40°
Imagem angiográfica simulada da coronária esquerda na projeção Ventriculografia (OAD 30°), com os segmentos rotulados
9 · VentriculografiaVentriculografia · OAD 30° Modelo sem ventrículo: só a posição do arco.

Como o modelo funciona

  • Ângulos. Seguem a norma DICOM: o ângulo primário vai de OAD (−) a OAE (+), e o secundário de caudal (−) a cranial (+). Com os dois em 0°, o paciente fica de frente para o detector. Os ângulos descrevem a posição do detector.
  • Árvore coronariana. Posição de cada segmento no tórax a partir das médias medidas por Dodge et al. (1988) em homens com coração de tamanho normal e dominância direita. As médias valem para o grupo; de uma pessoa para outra, a posição varia cerca de 1 cm.
  • Nomes e numeração. Numeração AHA pela correspondência publicada por Dodge et al.; nomes conforme as definições do escore SYNTAX e os nomes usados no AutoLaudos.
  • Imagem. Projeção ortográfica (sem distância fonte-imagem), com o vaso escurecendo conforme a espessura que o raio atravessa. Por isso o segmento visto de frente aparece mais denso.
  • Coluna, costelas e silhueta do coração. Sombras esquemáticas e bem translúcidas, só para orientar a leitura: mudam com a projeção (a coluna vai para a direita da imagem nas oblíquas esquerdas), mas posição, tamanho e densidade são ilustrativos.
  • Encurtamento. Razão entre o comprimento projetado e o comprimento real da linha central do segmento. “Cruza” indica outro vaso que passa por cima na imagem estando a mais de 1 cm de profundidade.
  • Lesão. Concêntrica, com cerca de 8 mm de extensão. Em 100%, o contraste anterógrado para na lesão.
  • Colaterais (Rentrop). Vistos ao injetar a coronária contralateral, como na classificação original. Grau 1 enche só os ramos laterais; grau 2, parte do segmento epicárdico (no modelo, a metade distal); grau 3, o segmento epicárdico inteiro.

Construção do modelo, sem fonte: trajeto suave entre os pontos publicados; calibre dos vasos; ligação de ramos ao tronco; distâncias do arco, paciente e mesa; sombras de coluna, costelas e coração; árvore ampliada 2,2× na vista da sala; faixas de cor do encurtamento; canal colateral desenhado entre os pontos mais próximos; velocidades do contraste (TIMI 2 três vezes mais lento; TIMI 1 penetra 1,5 cm).

Pendências

  • Definições do fluxo TIMI: o comportamento do simulador (0: nada passa; 1: passa a lesão sem opacificar o leito distal; 2: opacifica o leito distal mais devagar; 3: normal) ainda será conferido no artigo original do TIMI Study Group (N Engl J Med 1985).
  • Ventriculografia: o modelo não tem o ventrículo esquerdo; o botão só posiciona o arco.
  • Colaterais homolaterais e rotas anatômicas específicas (septais, arco de Vieussens): não modelados.
  • Dominância esquerda e codominância: sem geometria publicada no mesmo formato; fora do modelo.
  • Ponte com o AutoLaudos: abrir o simulador já no segmento citado no laudo (próxima fase).